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Huíla: Gestora alerta para o consumo racional de água

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  • Cunene • Sábado, 09 Janeiro de 2021 | 19h44
Huíla:  Pormenor da cidade do Lubango à noite
Huíla: Pormenor da cidade do Lubango à noite
Cedida

Lubango – A presidente do Conselho de Administração da Empresa de Águas e Saneamento na província da Huíla, Domingas Tyikussi, alertou, hoje, os clientes ao consumo racional do produto, devido ao défice de 40 por cento na produção, resultante do baixo caudal na central de captação.

Actualmente a produção de água nesta região está fixada entre 650 a 670 metros cúbicos/hora, contra os mil metros cúbicos/hora de capacitada instalada, nas Centrais de Captação e Tratamento da Nossa Senhora do Monte, Tundavala e Calumue.

Duas a partir de sistemas de mecanizados e outras duas das nascentes, todas dependentes das chuvas.

O défice no abastecimento de água potável estava a rondar os 20 por cento desde Setembro de 2020, tendo dobrado este ano, numa altura em que os níveis dos aquíferos tendem a baixar, por falta de chuvas regulares, que poderá chegar, pelo menos, até o mês de Março.

Falando no acto de inauguração da primeira Loja de Atendimento da empresa, no bairro do Santo António, arredores da cidade do Lubango, Domingas Tyikussi, disse que abastecimento de água reduziu de 12 horas/média para seis horas, feito duas vezes por semana.

Por esta razão, apelou o consumo racional e a criação de reservatórios de água, para evitar escassez em casos de cortes temporários.

 “Os clientes devem aproveitar o máximo, pois é uma situação que ainda vai permanecer por alguns meses. Estamos com pouca precipitação, normalmente as chuvas começam a cair com regularidade a partir de Novembro, o que não está a acontecer”, disse.

Nesta perspectiva, a gestora disse estar em curso, no âmbito do Programa de Desenvolvimento Institucional do Sector das Águas (PDISA), a construção de uma nova captação, com a capacidade para bombear 30 metros cúbicos/hora, assim como a abertura de dois furos, um dos quais já concluído, com produção de 15 metros cúbicos/hora.

Referiu que os bairros Santo António, Patrice Lumumba, Ferrovia e Laje são os contemplados do programa, por estarem na linha de transporte, enquanto as localidades António Agostinho Neto, Comandante Cowboy e uma parte da Mapunda, são algumas das afectadas pelas restrições no abastecimento de água potável.

Em relação a dívida dos consumidores com a empresa, salientou que a mesma ronda os 980 milhões de Kwanzas, tanto de clientes individuais, como colectivos, uma situação que tem levado a instituição a intensificar as acções de sensibilização, para a negociação e, por esta via, aumentar-se os investimentos.

Sem avançar os prejuízos, a responsável lamentou a vandalização das condutas de água, por parte de cidadãos desconhecidos.

 A empresa tem 27 mil clientes, dos quais 22 mil activos, 60 por cento dos quais já possuem contadores, todos residentes no Lubango, onde tem a rede da empresa.





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