Ndalatando - Um complexo habitacional denominado “ Rosa de Porcelana”, com 200 residências de tipologia T-3, foi inaugurado, esta quinta-feira, em Ndalatando, pelo ministro do Interior, Eugénio Laborinho.
A construção do projecto habitacional, localizado na área do Kiombo, arredores da cidade de Ndalatando, foi financiada com fundos da Caixa de Protecção Social do Ministério do Interior.
As obras de construção do projecto decorreram em duas fases e orçaram em cerca de cinco mil milhões de Kwanzas. A primeira teve início em Dezembro de 2017 e concluiu em Outubro de 2019, com a construção de 26 habitações, e a última começou em Outubro de 2019 e terminou em Dezembro de 2022, com a edificação de 174 moradias.
De acordo com a directora da Caixa de Protecção Social do Ministério do Interior, Sandra Paiva, as moradias vão beneficiar funcionários interessados do sector na modalidade de renda resolúvel.
Explicou que o critério é aberto a todo o efectivo do MININT, desde que tenha condições de pagar e não tenha crédito bancário.
O pagamento da renda é com base em descontos mensais de 30 por cento do salário do beneficiário, durante 20 ou 30 anos.
O delegado provincial do Cuanza Norte do MININT, Arsénio da Conceição Neto, disse que o projecto representa o coroar das políticas do pelouro na melhoria das condições sociais e de habitabilidade dos efectivos.
Reconheceu que as residências disponíveis não vão colmatar o problema da falta de habitação no seio dos efectivos.
Salientou que a iniciativa reveste-se de grande importância, pois, vai minimizar a demanda habitacional e motivar o engajamento dos efectivos no cumprimento do dever.
Em declarações à imprensa, o ministro do Interior, Eugénio Laborinho, disse que a concretização do projecto vai de encontro com as aspirações dos efectivos, sobretudo os reformados, que ambicionam por casa própria.
O Cuanza Norte, informou, tem neste momento mais de duas mil candidaturas para um número irrisório de moradias construídas, razão pelo qual serão priorizados os efectivos com maior carência habitacional.
Disse que o sector vai continuar a trabalhar para a edificação de mais complexos do género de modo a beneficiar o maior número possível de efectivos com problemas de habitação, à medida que houver disponibilidade financeira. DS/IMA/VM