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Dande regista primeiros casos de cólera 

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  • Luanda • Sábado, 11 Janeiro de 2025 | 19h16
Ministra da Saúde, Sílvia Lutucuta
Ministra da Saúde, Sílvia Lutucuta
Joaquina Bento - ANGOP

Icolo e Bengo - O município do Dande, província do Bengo, registou nas últimas 24 horas os primeiros três casos de cólera, informou este sábado, a ministra da Saúde, Silvia Lutucuta. 

Para além do Dande, um outro foi registado na Vila de Catete, província do Icolo e Bengo. 

Segundo a governante, que falava durante uma conferência de imprensa, no Hospital Geral Heróis de Kifangondo (HGHK), no município do Sequele, província do Icolo e Bengo, o país registou nas últimas 24 horas vinte e quatro casos de cólera, aumentando para 119 notificados, dos quais 56 do sexo masculino e 63 femininos, entre dois e 70 anos de idade. 

Nas províncias de risco, sublinhou Sílvia Lutucuta, foi activado o Plano de Contingência e Combate à Cólera, em Luanda, Bengo, Icolo e Bengo.

O Ministério da Saúde, destacou a governante, tem trabalhado no reforço das medidas de vigilância epidemiológica e laboratorial, mobilização, comunicação na promoção da saúde e na melhoria de abastecimento de água potável. 

A ministra comunicou que foram criados os Centros de Tratamento da Cólera (CTC), com capacidade de 15 camas no HGHK e no Hospital Municipal de Cacuaco, epicentro do surto. 

“Tudo estamos a fazer para combater a doença. O objectivo é controlá-la rapidamente”, acrescentou.  

Para interromper a cadeia de transmissão, disse ser fundamental que se reforcem as medidas de protecção individual e colectiva, além dos bons costumes da lavagem permanente das mãos e higienização dos alimentos.

 “Voltamos aos bons hábitos da fase da COVID-19 e tudo passa pela sensibilização”, rematou a ministra da Saúde.

Por outro lado, a ministra da Educação, Luisa Grilo, apelou aos sectores da Energia e Águas, Finanças para terem maior atenção no abastecimento de água potável às escolas, pois algumas dessas instituições de ensino estão privadas de água e outras sem ligação à rede pública. 

Já o secretário de Estado da Comunicação Social, Nuno Caldas, sublinhou que, face ao contexto emergencial, é necessário o engajamento de todos no combate à cólera de forma a assegurar um trabalho capaz de permitir respostas rápidas. 

Para uma melhor promoção e sensibilização, o dirigente reforçou a importância de se transmitir uma mensagem actuante em línguas nacionais, pois parte das comunidades de Cacuaco são oriundas das províncias do Norte e Sul do país.  

Estão envolvidos todos os órgãos de comunicação social tradicional, bem como as redes sociais e outras plataformas digitais.

O país já registou surtos de cólera em 2011, 2016, 2017 e 2023. COF/DJ/VIC





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