Helsínquia - Os governantes frisam que, “como membro da OTAN”, a Finlândia - que partilha uma fronteira de quase 1.300 quilómetros com a Rússia - “reforçaria toda a aliança de defesa” e que o país deve “candidatar-se à adesão da OTAN sem demoras”.
O presidente da Finlândia, Sauli Niinisto, e a primeira-ministra, Sanna Marin, anunciaram, hoje (quinta-feira), que são a favor da adesão do país à aliança transatlântica OTAN e que o pedido de adesão deve ser feito “rapidamente”.
"Agora que o momento da tomada de decisões está próximo, declaramos as nossas opiniões em pé de igualdade, também para informação dos grupos e partidos parlamentares", lê-se num comunicado conjunto, citado pela imprensa internacional. “A adesão à OTAN reforçaria a segurança da Finlândia”.
Os governantes frisam que, “como membro da OTAN”, a Finlândia - que partilha uma fronteira de quase 1.300 quilómetros com a Rússia - “reforçaria toda a aliança de defesa” e que o país deve “candidatar-se à adesão da OTAN sem demoras”. “Esperamos que as medidas ainda necessárias para tomar essa decisão sejam tomadas rapidamente nos próximos dias”, acrescenta.
Sublinhe-se que, ainda quarta-feira, o presidente finlandês afirmou que uma adesão da Finlândia à OTAN não será “contra ninguém”, depois de Moscovo ter alertado Helsínquia para as "consequências" em caso de candidatura.